A Perséfone usada no livro A herdeira de Perséfone não é a mesma da mitologia grega. Foi este o nome que me veio à mente enquanto criava a categoria de espíritos enlouquecedores da história. Ela foi criada com influência, também, dos jogos de RPG. Por isso é um ser fictício com o único propósito de atuar nessa história.
No livro, as perséfones agem tanto sobre os vivos, como sobre os desencarnados, confundindo-os, realmente enlouquecendo-os. São seres de aspecto feminino, porém com grandes asas de morcego e sem olhos, boca ou nariz em seu rosto. A vítima da história foi Rosalva, uma antecessora de Julianne Manzo, personagem central, que tendo morrido no momento do parto, amaldiçoando o marido, acabou sendo possuída por um desses espíritos enlouquecedores, assumindo inclusive o seu aspecto assustador.
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